Ideia e pensador
Banalidade do mal
Hannah Arendt · 1963
Ideia de que grandes violências podem ser praticadas por pessoas comuns que deixam de pensar criticamente e apenas obedecem.
Como usar. Use para defender pensamento crítico e responsabilidade individual diante de injustiças.
Já apareceu em 2 redações nota 1000 do Inep. Ver como foi usado
A filósofa contemporânea Hannah Arendt constata, por meio do conceito denominado “Banalidade do Mal”, a tendência existente nas sociedades no que tange à naturalização das mazelas presentes na coletividade.
Gabriela Larissa de Souza Gurgel · Cartilha 2024, p. 41
A teoria da Banalidade do Mal, criada pela filósofa Hannah Arendt, confirma que em uma sociedade, um problema é tão recorrente que torna-se banal, ou seja, passa a ser ignorado e tratado com normalidade.
Camila Oliveira Costa · Cartilha 2025, p. 44
Aparece em 37 de 6.962 redações de estudantes, com nota média 821 (o conjunto todo: 630). Como ler
78,4% dessas redações têm 800 ou mais. As notas não são do Inep, e quem cita bem costuma escrever melhor: os números mostram associação, não que o repertório dê nota.
- Violência
- Direitos humanos
- Cidadania e democracia
Outros repertórios do mesmo assunto
- Úrsula · Livro, Maria Firmina dos Reis
- Triste Fim de Policarpo Quaresma · Livro, Lima Barreto
- Os Sertões · Livro, Euclides da Cunha
- Capitães da Areia · Livro, Jorge Amado
Confira sempre a fonte antes de citar na prova. Repertório legitimado é o que existe de verdade e você consegue ligar ao argumento.
